Por favor, diga 'Travessuras'

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Enquanto eu respirar...


Eu vou ver erros onde não tem
Escreverei poesias que ficaram apenas em meus cadernos
Cujos destinatários nunca saberão
Cujo conteúdo não será revelado
Porque enquanto eu respirar
Prefiro continuar distante

Ficou para trás tudo aquilo o que já não me acompanha
E os versos meus, são tão seus
De cada um e de nenhum
Tão bem guardados quanto às verdadeiras intenções

Prefiro continuar distante
Bem mais do que o tempo para que os outros entendam
A melancolia que me acompanha

Somente enquanto eu respirar
Os guardarei para mim
Os versos que eu fiz
E que não espero respostas
Mais me vale ter minhas piadas tão privadas

Já não me importa o tempo que passou
Não importa o tempo que nós perdemos
Nunca vou saber o que você achou

É o motivo que me faz
Seguir adiante

Um Post do que Aconteceu até o dia 11 de Abril


Bem, aqui estou, mais uma vez, ‘revivendo’ meu filhote depois de meses esquecido. Mas eu tive um bom motivo para fazer isso –abandoná-lo, eu digo – primeiramente, meu notebook esteve com problemas técnicos/ meu Windows vista foi acusado como pirata – bem, era mesmo, e daí? – e coisas ocorreram em minha vida pessoal que não vale a pena colocar aqui.
Para comemorar a reinauguração, vou falar um pouco sobre musica. Mais especificamente, ‘músicas de fossa’. E o motivo de falar delas é que eu e minhas amigas andamos ouvindo muito esse tipo de música ultimamente.

Bem, 99,9% das pessoas já curtiu a ‘música de fossa’ – mesmo sem estar de fossa. Normal, faz parte do ‘emo’ que existe em cada um de nós, emo que sai do armário em determinados momentos.
O que me preocupa, para ser sincera, é que nós – eu, Sam e Bruh – estamos ouvindo-as cada vez mais, e, na maioria das vezes, juntas. Nessas horas eu paro para pensar – coisa que eu tenho que tomar muito cuidado para não me acostumar a fazer /brinks... Er... pois é, voltando  ao assunto, eu fico pensando: Nós somos jovens, bonitas e inteligentes. Que f*** é essa?
Bem, eu pensei, esse deve ser o reflexo da nossa insatisfação do que temos com relação a aquilo que teremos ter. Para quem escreve (sim, eu!) é como uma música que ouvi certa vez:

“E hoje eu quero mais que ontem, hoje eu quero mais do que eu posso ter.”

Antes que me acusem de ser egoísta e gananciosa – o que eu tenho consciência de ser e não nego – quero que entenda o ‘porque’ da minha crença nisso. Eu creio porque, para mim, é tal fato que move o mundo.
Queremos mais e isso nos dá um motivo para criar algo novo, superar desafios e mostrar que o impossível só demora um pouco mais. E, mesmo que fiquemos impacientes quando não conseguimos o que queremos, insatisfeitas até, não significa dizer que somos apáticas.
Noventa por cento do tempo somos criaturas sorridentes que tornam a cidade mais bela (não, não somos emos -.- não temos nada contra quem é, mas não somos).
Er... Acabei desvencilhando-me do tema mais uma vez.
Essas músicas já citadas são interessantes para nós porque os cantores/banda mostram em suas letras coisas que, na maioria das vezes, não temos coragem de falar ou não sabemos como falar.
Do Luan Santana (cortesia da Bruh); Só pra Contrariar (Sammy); e Green Day (21 Guns by Me) já foram ouvidos no corredor deserto – Galeria dos Ex-Alunos, como é chamado – da nossa estimada Universidade. Entretanto, os piores são os vídeos legendados que assistimos (o último foi How Knew da PinK/ e nós estávamos de fossa de verdade).
Outra coisa interessante é a ‘osmose’ que ocorre quando apenas uma de nós está na fossa e põe essas músicas para tocar, logo as outras duas ‘dividem’ com ela esse sentimento. Tudo graças, é claro, às músicas tristes.
Para finalizar o post, quero apenas deixar bem claro que amo essas músicas e adoro ouvi-las para dormir. Se você acha que são de emo, sinto muito informar que todos temos momentos na vida que vamos ser de cada uma dessas ‘tribos’ que tanto falamos e julgamos, pois uma pessoa não pode ser limitada pelo que escuta ou veste.

Viver é realizar o Impossível

Gennnnnnnnte, quem acha que já viveu?

Sei lá... Tipo, quem já saiu correndo pelado no meio da rua quando o Brasil foi penta? Se bem que isso ocorreu enquanto eu era piveta e talvez alguns de vocês também fossem, então nesse caso não vale!

Eu sei que eu já fiz muita coisa louca, muita coisa que não presta; muita coisa que achei que NUNCA iria fazer, mas inda não fiz nem metade do que pretendo fazer.

Ainda pretendo sair viajando por ai só com uma mochila velha nas costas.

Ainda pretendo publicar um livro.

Ainda pretendo ter A noitada.

Ainda pretendo...

Ainda pretendo tanta coisa. E você? Pretende algo?

Porque, se pretende, corra que o tempo não perdoa.

Eu já estou correndo atrás das minhas coisas impossíveis, afinal, são essas coisas impossíveis que dão sentido à minha vida. Se não fossem por elas, eu não levantaria da cama de manhã, eu não iria pra faculdade todo dia, nem me daria ao trabalho de sair de casa.

São as minhas coisas impossíveis que me movem.

São minhas coisas impossíveis que me matem viva.

São minhas coisas impossíveis que são realizadas diariamente.

• Boas garotas...


Boas garotas não pecam,

Boas garotas não mentem,

Boas garotas não choram,

Boas garotas não amam,

Boas garotas não se apaixonam,

Boas garotas não sofrem,

Boas garotas não se divertem,

Boas garotas NÃO existem.



Todos os dias agradeço por não ser uma boa Garota.